"saudado por ares da velha seabra"
Fazendeiro Juvená
Joaquim amava
ZenildaAfilha do corone
Desde os tempos de miudo
Quando a mossinha passava
Ele tirava o chapeu
O pior que a mocinha
Gostava dele também
Não podia demonstrar
E assim vivia os dois
Um ao outro querer bem
Joaquim já tava crescido
E pediu a um amigo amigo
Dizer pra os dois se enencontrar
A moça ficou alegre
Botou um vestido berje
Com uns detalhes grená
E foi o primeiro beijo
Encoberto de desejo
Os dois ficaram a voar
Quando uma mula riscou
Um grito ele escutou
Do fazendeiro juvená
Joaquim apanhou tanto
Que desparou-se a chorar
A fia do fazendeiro
Dentro de uma semana
Enbarcou pra capitá
Joaquim apaixonado
Em menos de més morreu
Maldito do fazendeiro
Num acidente de carro
A sua fia perdeu.
(Extraido do livro "Nas Mãos do Povo" do Poeta Ioia Brandão)


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